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sábado, 27 de fevereiro de 2010
Reportagem de interesse
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Discoteca básica do Janus - The Doors - Light my fire
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Discoteca Básica de Janus: The Nile Song (Pink Floyd) - Da trilha sonora do filme "More"
Cinco perguntas para Bela (Dominna)

1.Bela, boa tarde! Gostaria que vc fizesse um pequeno retrospecto de como via o "meio" quando começou, as pessoas,as práticas, a forma de se pensar o BDSM e o que ocorre hoje? Vc não acha que muito do BDSM virou moda? Isso é bom?
2.Vc acha que há alguma diferença do BDSM praticado em SP e em outros lugares do Brasil?
3. Vc tem contato com Clubes similares ao Dominna fora do Brasil? Como vc os compara? Quais as principais diferenças?
4. Uma das coisas que me impressionaram muito em vc é seu olhar e espontaneidade. O olhar é importante de que forma para vc?
5. Na sua visão, pq o switcher às vezes é visto com tanta desconfiança?
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Manual para a minha sub

"Se vc fosse escrever um pequeno manual para sua sub,quais seriam as regras básicas e indispensáveis?" Diana
Abri um "formspring" para que as pessoas colocassem suas perguntas, aquelas que a gente sempre tenta perguntar e nunca consegue e dentre elas, minha querida Diana fez essa pergunta bastante interessante e gostaria de expandir um pouco as considerações que fiz lá naquele espaço que continua aberto à pergunta de todos.
Primeiramente, devo reconhecer que fazer um manual de regras é ter uma visão completa do que se quer o que é muito complicado quando se refere a relações. Obviamente, há um contexto ditado pela liturgia, esse elemento constituinte do BDSM, seu eixo norteador, sua caracterização mas, obviamente, que não esgota a "questão".
Tem coisas que até parecem lugares comuns mas tornam-se fundamentais ao menos na minha ótica. Vamos ao "Manual":
Qual é a pessoa que racionalmente e com honestidade consigo mesma em algum momento de sua vida? Da mesma forma que não há problema algum, também é muito bom saber-se um aprendiz e falível em muita coisa, fazendo-nos pensar e repensar muito a nossa prática e, principalmente, os nossos valores.
Isso vale tanto para bottoms como para Tops sabendo-se da consequência dos atos e estando pronto para arcar com o preço de nossas decisões.
4. Ninguém é obrigado a fazer o que ameace sua integridade física e mental
Será que isso vai criar polêmica? Gostaria de imaginar que não mas tenho certeza que sim, haverá polêmica. Lealdade será sempre uma via de duas mãos: sim, o bottom sempre terá de ser leal ao seu Dono(a) assim como encontrar no Top a recíproca.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
A coleira de passeio de astharoth

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A Educação dos Sentidos - Final - The Education of the Senses - Epilogue

Archotes direcionavam os convidados à festa de aniversário de Domme e ao encoleiramento de aleph no Templo. Aquele clima era mais adequado ao cerimonialismo que se esperava e que com certeza seria aplicado pelo rigor que a Senhora sempre aplicava e pelo qual era conhecida. Poderia se dizer que, sem sombra alguma de dúvida, que as pessoas mais conhecidas e as melhor reputadas encontravam-se naquela localidade.
Desde o circunspecto Senhor C. e sua serva até a irriquieta e sempre animada Senhora M. com seus dois escravos. Ao dirigir-se à Domme e presenteá-la com invejável chicote de sua própria confecção, disse-lhe , sorrindo mas sem qualquer sombra de dúvida que não mentia:
- Jamais permitirei que você passe seu aniversário sem usar esse chicote que fiz especialmente para você sem usá-lo. Meu escravo j. se submeterá ao seu spanking tão logo queira.
Domme não sabia se agradecia ou se apenas calaria com um pequeno movimento de cabeça e foi isso que acabou acontecendo. Cuidou em recepcionar cada um dos convidados seus e da Senhora que tinha consciência que aquela noite pertencia à sua amiga apesar de que fosse especial também para ela.
aleph estava recolhido ao seu quarto esperando que um acólito de sua Dona viesse lhe chamar para a cerimônia. Por sua vez, vestindo uma roupa negra que compunha-se de uma capa em modelo medieval com uma roupa que cobria uma bota até a altura de seus joelhos.
Na mão, uma jóia feita por um joalheiro que também era do meio que era um "S" montado sobre uma plataforma e contendo cinco rubis pequenos. Era um anel ritualístico que apenas usava quando em sessão, um sinete de seu poder.
Os convidados chegavam sucessivamente até que a Senhora considerara a hora adequada para a cerimônia que antecederia a uma "play" previamente programada e que obedeceria uma rígida proibição de bebidas àqueles que pretendiam fazer cenas e essa vedação estava prevista até que as cenas acabassem podendo , em seguida, serem consumidas à vontade,entre as mais finas disponíveis.
- Atenção todos , Senhores, Senhoras e submissos.
A voz da Senhora, distinta entre os ruídos de conversa e celebrações, fez com que essas últimas cessassem e a atenção fosse toda destinada à ela.
- Fico muito feliz em tê-los aqui nesse nosso Templo, em uma noite tão especial por celebrarmos a vida de Domme e o encoleiramento de aleph. Fico feliz não apenas pela ocasião mas por seu significado, o de estarmos todos celebrando o nosso modo de vida, aquilo que nos faz mais pessoas dados os princípios que norteiam a nossa prática. Passaremos agora ao encoleiramento de aleph.
Cerimoniosamente, os acólitos derigiram-se à habitação de aleph de lá o trouxeram , precendo-no na entrada. Podia se ver que o futuro escravo de Senhora estava vetido em uma túnica púrpura com o símbolo de sua Senhora distintamente visível em dourado.
Caminhava lentamente em direção à sua Senhora que assentou-se no trono que lhe era de direito. C., que registrara o contrato, leu-o para testemunho de todos os presentes que atestavam o acontecido.
Lido o contrato, aleph colocou-se de joelhos frente à sua Senhora e beijou-lhe o anel cerimonial. Feito isso, foi trazido primeiramente à Senhora o contrato, o qual assinou e em seguida a aleph que também colocou sua assinatura.
A coleira de sessão feita em couro especialmente trazido para tal, foi entregue à Senhora por M. , o artesão de todos os apetrechos que pertencial à Dominadora. aleph colocou-se em posição para recebê-la e foi saudado por todos em volta.
Ao mesmo tempo, recebeu a sua coleira de passeio, aquela que portaria em todo e qualquer momento, uma peça marcante porém discreta , em prata, como o pingente da letra S, de sua Dona.
Não foi necessário muito mais para que lágrimas discretas lhe tomassem os olhos em símbolo de gratidão por aquele favor que alcançara, superando todos os problemas que enfrentara e com os quais soubera aprender que a dominação exercida pela Senhora não baseava-se no jogo bruto de bater e apanhar mas, de forma evidente, perceber que aquela mulher que se alteava à ele não apenas tinha o direito de impor-lhe castigos mas também de fazer-se maior pela simples existência.
À seguir ocorreu uma cerimônia da mais bela submissão: aleph , descalçando a bota de sua Senhora, lavou-a em água de rosas, cuidadosamente, como gesto de serviço e de submissão. Derramou levemente a água de rosas e fazer pequenas massagens nos pés da Senhora de forma a não apenas perfumá-lo mas de prover um relaxamento bem vindo ante a cerimônia formal e que imprimia a todos um sentimento de sobriedade beirando a tensão.
Depois de bem perfumado e relaxado, os pés da Senhora foram enxutos em uma toalha de linho egípcio alvíssimo e foram calçados novamente por aleph, secundado pelos acólitos que assistiram ao submisso em sua tarefa.
Senhora também encontrava-se emocionada por ter talhado o seu submisso através das provas e por ter chegado á conclusão que não errara ao escolhê-lo entre vários que foram submetidos à sua apreciação.
Entendia também que as missões e os ensinamentos que já dera à aleph não eram nada mais, nada menos, do que o início do processo que se estenderia por toda a vida já que, como nada é estático na existência, também não era o aprendizado.
aleph tinha consciência, por sua vez , que inciava-se uma nova fase em sua vida, a de servir, um adicionamento à vida que levava e que dava um sentido e uma cor especiais à sua existência.
- Quero tornar públcio que aleph hoje tem, além da minha coleira, mais uma tarefa, a de fazer crônica detalhada de todos os acontecidos em sua vida de submisso e assim criar a crônica de meu reino. Que sua narrativa seja forjada com competência de escritor competente que é e com mais esse gesto, me honre hoje e sempre.
aleph apenas inclinou sua cabeça em assentimento e compromisso e foi convidado à sentar-se um degrau abaixo de sua Dona.
Domme, por sua vez, no transcorrer da noite, teve a experiência e o entendimento em saber que colocar alguém sob seus domínios era cuidar e respeitar aquela vida que se colocava aos seus pés.
Tendo participado de uma sessão de spanking com sua amiga que lhe emprestara o escravo, sabia, no íntimo que aquele gesto apenas era um prenúncio de uma necessidade de aprendizado, também dela, que parecia não ter fim.
A noite foi bela, as cenas arrebatadoras e todos, recolhidos aos seus leitos, refletiam cada um sobre as lições que todos aprenderam.
Uns, como a Senhora, reavivaram as lembranças de ensinamentos que receberam dos mais experientes e que agora tornavam-se evidentes por si. Outros, como aleph, tinham seus sentidos educados para ouvir, para ver, sentir e saborear cada um das elevadas práticas que lhe eram ensinadas e a Domme, por sua vez, aprendeu o valor da perseverança, do não acomodar-se e sequer desistir de quaisquer de suas intenções.
Cada um, por seu turno, buscando a realização do que lhes parecia e no que consistia ser o BDSM. Muito mais do que apenas um jogo erótico-afetivo, um meio de construção dos mais perfeitos caminhos da vida. Que assim fosse.
(Fim)
Pergunta que eu respondo! Questions? Questions! Answers? Answers!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Superando os medos (Jack Rinnella)

Não censuraria alguém por ter medo, já que ele faz parte, também, de minha experiência.
No entanto, é o medo que evita que exploremos, experimentemos e, no limite, possamos desfrutar de uma vida satisfatória no meio.Existem todos os tipos de medo: medo de rejeição, de falha, de exposição, injúria, discriminação, ostracismo e doença. Nos estágios iniciais de qualquer exploração SM, foi o medo do desconhecido que mais me afligia.
1. Informe-se
Uma vida autêntica e viável no meio não pode ser construída em “lições” encontradas em leituras. Histórias picantes são maravilhosas para se masturbar, desastrosas para estabelecer relacionamentos, aprender técnicas corretas e entender a dinâmica real do SM. Leitura acaba com a ignorância, lança luzes ao desconhecido e afasta o medo.
2. Mantenha um diário
3. Encontre um mentor/guia/conselheiro
4. Faça passos pequenos
Parece prevalecer a idéia que o SM é um evento de “tudo ou nada”, no qual ir a um bar SM, ter sua primeira cena ou comprar a primeira vestimenta é um comprometimento irreversível. Outro ponto de vista errôneo é que se você for uma pessoa do meio em “tempo parcial” ou a “meio caminho” não estará apto a entender o estilo de vida. Nada pode pode ser mais distante da verdade.
5. Não decida nada. Não faça promessas.
6. Ouça seus sentimentos e os entenda
Mesmo não querendo fazer muito alarde sobre introspecção, acredito que ela possa ser útil, especialmente quando dirigida por um orientador competente.
A capacidade de fazer uma retrospectiva pode ajudar a ver como você chegou e o que deve ser encorajado ou evitado. Depois disso, mesmo um evento “ruim” pode ter um significado muito forte enquanto aprendizado que nos guia a eventos realmente bons.
Tradução: Janus
Revisão: astharoth de Janus
Text in English: http://albanypowerexchange.
I come.com

(Miss Kittin)
This is a new wildlife form speaking through a wireless microphone
I am titanium babe addicted child of your wireless internet.
I am a creation of your musical progress of technology.
The ancient net-world is gone. You say it’s gone. Shit.
Fingertips sticked on the keys I engage a new virtual touch of sensuality.
Blue eyes on the digital screen I experiment a top secret optical system of visual excitement.
I see.com I see.com
On my walls, projection of subliminal messages to increase
a new era of female interactive intuition.
And life is a data gas I breathe wireless.
You are the creator of my inner life network soundtrack.
I com.com.
I com.com.